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Novidades

  • A céu aberto

    Paulo da Costa Domingos

     
  • Obras completas de Mário-Henrique Leiria. Ficção

    Mário-Henrique Leiria

     Primeiro de 3 volumes que reunirão a obra completa do génio do surrealismo português. Este volume recolhe a ficção completa de Mário-Henrique Leiria, incluindo diversos textos inéditos e outros nunca antes compilados em livro (quase 1/3 do livro).

    Coligem-se os volumes míticos: Contos do Gin-Tonic e Novos Contos do Gin juntamente com outros contos dispersos e inéditos, uma novela, teatro, guiões para cinema e uma banda desenhada.

    A edição foi preparada pela Professora Tania Martuscelli (Universidade do Colorado/Boulder), a maior especialista na obra de Mário-Henrique Leiria, que recolheu todos os textos constantes do espólio do autor e em vários outros materiais dispersos.

    Oferece-se pela primeira vez aos leitores portugueses de forma sistemática e coerente uma obra até agora dispersa e em boa parte indisponível.
  • Antípoda: casa mãe

    José Rui Teixeira

     
  • ContemSpoilers

    Luca Argel

    COMTEMSPOILERS de Luca Argel
    c/ CD LIVRO DE RECLAMAÇÕES de Luca Argel

    "/1973: we talk to each other on our dreams
    /«o céu aqui é mais lá em cima»
    /as bochechas da ostra, a dignidade da beterraba
    /mas doutra vez eu trago a flauta
    /e sempre salto os prefácios, sempre"
  • Gerador #16

    Dir. Pedro Saavedra

     Revista Gerador #16 
    subordinada ao tema: Amigo Secreto
  • Cento e Onze Discos Portugueses A Música na Rádio Pública

    AAVV

     Este livro é resultado de uma iniciativa da Antena 3 para comemorar os oitenta anos da rádio pública em Portugal.
    Inicialmente pensado como antologia de discos simbólicos para a Rádio Portuguesa, transformou-se num projecto mais ambicioso, uma verdadeira antologia de discos fundamentais para contar a história da música portuguesa e, em paralelo, a da rádio pública no nosso país.

    Para dar sentido e consistência ao projeto, os organizadores convidaram investigadores, jornalistas, críticos, divulgadores e melómanos ligados ao universo radiofónico a fazer as suas escolhas e a defender os seus argumentos, daí resultando um apanhado da mais significativa música gravada e editada em Portugal da autoria de pessoas com papel determinante na divulgação de música no nosso país.

    Textos de:

    Adelino Gomes Álvaro Costa Ana Cristina Ferrão Ana Markl Ana Sofia Carvalheda André Cunha Leal António Freitas António Macedo Armando Carvalheda David Ferreira Edgar Canelas Fernando Alvim Henrique Amaro Inês Meneses Isilda Sanches Jaime Fernandes João Almeida João Carlos Callixto João David Nunes João Gobern João Lopes Joaquim Paulo José Duarte José Mariño Júlio Isidro Luís Filipe Barros Luís Montez Luís Oliveira Luís Pinheiro de Almeida Maria João Serra Mário Lopes Miguel Esteves Cardoso Nuno Artur Silva Nuno Calado Nuno Galopim Nuno Markl Nuno Reis Pedro Gonçalves Pedro Castelo Pedro Félix Pedro Ramos Ricardo Alexandre Ricardo Saló Ruben de Carvalho Rui Estêvão Rui Miguel Abreu Rui Pêgo Rui Portulez Tiago Pereira Viriato Teles Zé Pedro
  • Saudação a Walt Whitman / Canto de Mim Mesmo

    Álvaro de Campos, Walt Whitman

    Um novo livro amarelo, do maior especialista contemporâneo de Fernando Pessoa, Jerónimo Pizarro.
    Este é o encontro de dois grandes poetas, Fernando Pessoa, ou o seu heterónimo, Álvaro de Campos, e Walt Whitman.
    Disse Harold Bloom que Pessoa era o maior herdeiro português de Whitman.
    Pessoa não desmente essa filiação. Jerónimo Pizarro, mestre-de-cerimónias do encontro de Campos e Whitman, recorda-nos uma declaração pessoana: «O heterónimo de monóculo sente-se um Whitman "em Brooklyn Ferry dez anos antes de eu nascer!

    EXCERTOS
    Este é o encontro de dois grandes poetas, Fernando Pessoa, ou o seu heterónimo, Álvaro de Campos, e Walt Whitman. Disse Harold Bloom que Pessoa era o maior herdeiro português de WHITMAN. Pessoa não desmente essa filiação. Jerónimo Pizarro, mestre-de-cerimónias do encontro de Campos e Whitman, recorda-nos uma declaração pessoana: «O heterónimo de monóculo sente-se um Whitman “em Brooklyn Ferry dez anos antes de eu nascer”.»
    PESSOA nunca negou a influência de Whitman e, como se diz na apresentação, «toda a sua produção de 1914-1916, e não só, torna-se-nos mais compreensível se a aproximarmos de Whitman». Os dois admiráveis poemas, que aqui se juntam, reforçam essa comunhão poética. Este livro, escreve JERÓNIMO PIZARRO, «vem precisamente convidar-nos a uma leitura dupla, permitindo, neste caso, revisitar Whitman para reler Pessoa, ou, COMO SUGERIA JORGE LUIS BORGES, LER O SEGUNDO PARA AFINAR E DESVIAR SENSIVELMENTE A LEITURA DO PRIMEIRO, até porque Pessoa leu e sublinhou Song of Myself antes e depois de escrever a Saudação a Walt Whitman.»
    APRESENTAÇÃO JERÓNIMO PIZARRO
  • Nota sobre a supressão geral dos partidos políticos

    Simone Weil

     Um pouco por todo o lado, a operação de tomar partido, de tomar posição pró ou contra, substituiu a operação do pensamento. Estamos perante uma lepra que teve origem nos meios políticos e que se estendeu à quase totalidade do pensamento. É duvidoso que se consiga remediar essa lepra se não começarmos pela supressão dos partidos.

    Nesta brevíssima Nota sobre a Supressão Geral dos Partidos Políticos (escrita entre 1942 e 1943), Simone Weil vai bem além da mera provocação. Expondo as dinâmicas de poder e hierarquia que nascem no chamado espírito de partido, e assistindo ao triunfo generalizado da opinião sobre a verdade e às consequências do seguidismo e da propaganda em várias áreas da vida pública - do jornalismo à educação, das artes à religião -, Weil proclama que a verdadeira política, aquela que persegue o bem comum, só poderá existir quando os partidos saírem do caminho.

    Esta noção de que «um partido é uma pequena igreja profana armada com a ameaça de excomunhão», oficialmente constituído para «matar nas almas o sentido da verdade e da justiça», arrasa as fundações em que assenta o nosso sistema político. Mas ressoa ainda hoje nos escombros das ilusões por ele fabricadas - abrindo brechas de pensamento individual, livre, a salvo de paixões colectivas.
  • Antologia poética

    Alejandra Pizarnik

    Edição bilingue.
    Tradução: Alberto Augusto Miranda
    Selecção de poemas: Albrto Augusto Miranda, António Sá Moura, Carlos Saraiva Pinto

    «não,
    as palavras
    não fazem amoor
    fazem ausência
    Se digo água, beberei?
    Se digo pão, comerei?»
    (excerto de "En esta noche en este mundo")
  • A Moral Anarquista

    Piotr Alexeevich Kropotkine

    Nesta obra, partindo da observação da sociabilidade presente nas diferentes espécies animais e abordando diversas posições filosóficas sobre a moral, o autor debate-se com os problemas que nos conduzem, em última instância, ao confronto com a própria vocação e destino do Homem, oferecendo uma reflexão indispensável para a compreensão das diferentes épocas que marcaram a grande narrativa da história da Humanidade, assim como dos tempos em que vivemos.

    Em A Moral Anarquista, o autor esboça um trajecto onde os grandes problemas e princípios éticos anarquistas são analisados de uma forma clara e precisa, contribuindo para a supressão dos preconceitos que muitas vezes envolvem esta doutrina sociopolítica.

Eventos


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Destaques

1984

George Orwell

 1984 oferece hoje uma descrição quase realista do vastíssimo sistema de fiscalização em que passaram a assentar as democracias capitalistas. A electrónica permite, pela primeira vez na história da humanidade, reunir nos mesmos instrumentos e nos mesmos gestos o trabalho e a fiscalização exercida sobre o trabalhador. O Big Brother já não é uma figura de estilo - converteu-se numa vulgaridade quotidiana.

Os intervalos do cinema

Jacques Rancière

 Em Intervalos do Cinema, Jacques Rancière reflecte sobre a posição teórica e política do amador da sétima arte, definindo o cinema como um sistema de intervalos no qual a paixão cinéfila confundiu as fronteiras da arte e do entretenimento. Neste conjunto de textos, Rancière analisa a obra de realizadores como Hitchcock, Rossellini, Pedro Costa, Dziga Vertov, Peter Straub e Vincente Minnelli.

O Medo

Al Berto

 Agora na sua 5.ª edição, com renovada capa, «O Medo» reúne toda a poesia de Al Berto.

encosta-te à parede
deixa o fluxo da dor circular
por dentro das imagens febris — agarra o feixe
de cordas de ar — vai
pelo rastro das etéreas aves — chama-as
ao jardim imaginado e dá-lhes a beber
as visões de cinza quente

chama a noite e lança dentro dela
a águia dos mares — a flor escura do sangue
transforma-a em navio rompendo
a bruma deste inverno sem memória

deixa o corpo viajar no desalento
essa fonte do inesgotável canto — melancolia
que os remédios não curam

encosta-te à parede
escuta a inesperada mudez do talento

Laços de Família

Clarice Lispector

Curso Breve de Literatura Brasileira 11
"Laços de família é um dos mais extraordinários livros de contos escritos em língua portuguesa. [...] Situando-se numa zona de fronteira, a literatura de Clarice implica a exclusão de qualquer tipo de hierarquizações e propõe a instauração de um espaço de errância: não ser de nenhum lugar ou amplamente existir numa gravitação que é de todos os lugares"
Carlos Mendes de Sousa, no Posfácio