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Novidades

  • A Porta e Outras Ficções

    Fernando Pessoa

     Esta nova edição das ficções pessoanas continua o trabalho de recolha e divulgação das edições anteriores. Estão aqui reunidas nove ficções de Fernando Pessoa, quatro das quais inéditas, tendo as outras sido objecto de novas leituras e organização.

    A edição inclui duas tentativas de romance, as únicas na obra de Pessoa: Reacção, passado no final da monarquia, época de grandes conspirações, e Marcos Alves, as confissões de uma alma possuída pela «agoniada tristeza de não ter feito nada».

    Os outros contos que formam este volume representam várias fases da vida criativa do autor, com especial incidência nos seus primeiros anos.
  • Teatro Escolhido

    José de Almada Negreiros

     O teatro é uma arte total que centra, em Almada Negreiros, as suas muitas artes. As peças aqui reunidas formam um dos auto-retratos mais fiéis de um grande modernista português.
  • Uma Vindicação dos Direitos da Mulher

    Mary Wollstonecraft

     Esta obra revolucionária e fundadora do feminismo é um clássico essencial sobre o papel social das mulheres. Em 1792, inspirada pela conquista dos direitos do Homem na França revolucionária, Mary Wollstonecraft proclamava alto e bom som que cabia ao «sexo fraco» tomar as rédeas do seu destino e quebrar as cadeias da submissão e ignorância que o prendiam. Trava-se, nestas páginas, um corajoso combate com uma moral conservadora que condenava metade da humanidade ao papel decorativo de companheira dócil do homem. Em cada linha desta resposta a Émile, de Jean-Jacques Rousseau, perpassam o acesso à educação e ao trabalho, como condição da emancipação feminina, e a ideia de que, sem liberdade, não há deveres sociais a cumprir. Uma Vindicação dos Direitos da Mulher conserva toda a sua actualidade e continuará a influenciar gerações de leitores.
  • Caneta-Cheque

    Nuno Costa Santos

    Silva o Sentinela está associado ao nascimento do movimento de Slam Poetry em Portugal. A editora Eumeu apresenta o seu primeiro Livro/CD intitulado Caneta-Cheque, um trabalho de escrita, palavra dita, música e vídeo. No CD estão reunidos 10 temas aos quais correspondem 10 vídeos todos eles realizados por António Pinhão Botelho, destacando-se a faixa “Vale do Silêncio”, com a participação de Sam the Kid e Fred.
  • O Medo

    Al Berto

     Agora na sua 5.ª edição, com renovada capa, «O Medo» reúne toda a poesia de Al Berto.

    encosta-te à parede
    deixa o fluxo da dor circular
    por dentro das imagens febris — agarra o feixe
    de cordas de ar — vai
    pelo rastro das etéreas aves — chama-as
    ao jardim imaginado e dá-lhes a beber
    as visões de cinza quente

    chama a noite e lança dentro dela
    a águia dos mares — a flor escura do sangue
    transforma-a em navio rompendo
    a bruma deste inverno sem memória

    deixa o corpo viajar no desalento
    essa fonte do inesgotável canto — melancolia
    que os remédios não curam

    encosta-te à parede
    escuta a inesperada mudez do talento
  • Antípoda: casa mãe

    José Rui Teixeira

     
  • Cento e Onze Discos Portugueses A Música na Rádio Pública

    AAVV

     Este livro é resultado de uma iniciativa da Antena 3 para comemorar os oitenta anos da rádio pública em Portugal.
    Inicialmente pensado como antologia de discos simbólicos para a Rádio Portuguesa, transformou-se num projecto mais ambicioso, uma verdadeira antologia de discos fundamentais para contar a história da música portuguesa e, em paralelo, a da rádio pública no nosso país.

    Para dar sentido e consistência ao projeto, os organizadores convidaram investigadores, jornalistas, críticos, divulgadores e melómanos ligados ao universo radiofónico a fazer as suas escolhas e a defender os seus argumentos, daí resultando um apanhado da mais significativa música gravada e editada em Portugal da autoria de pessoas com papel determinante na divulgação de música no nosso país.

    Textos de:

    Adelino Gomes Álvaro Costa Ana Cristina Ferrão Ana Markl Ana Sofia Carvalheda André Cunha Leal António Freitas António Macedo Armando Carvalheda David Ferreira Edgar Canelas Fernando Alvim Henrique Amaro Inês Meneses Isilda Sanches Jaime Fernandes João Almeida João Carlos Callixto João David Nunes João Gobern João Lopes Joaquim Paulo José Duarte José Mariño Júlio Isidro Luís Filipe Barros Luís Montez Luís Oliveira Luís Pinheiro de Almeida Maria João Serra Mário Lopes Miguel Esteves Cardoso Nuno Artur Silva Nuno Calado Nuno Galopim Nuno Markl Nuno Reis Pedro Gonçalves Pedro Castelo Pedro Félix Pedro Ramos Ricardo Alexandre Ricardo Saló Ruben de Carvalho Rui Estêvão Rui Miguel Abreu Rui Pêgo Rui Portulez Tiago Pereira Viriato Teles Zé Pedro
  • Mike Tyson para Principiantes - antologia poética

    Rui Costa

     «Esta antologia procura oferecer uma maneira de ler a poesia de Rui Costa, sabendo de antemão que tudo o que pudermos dizer a respeito da sua obra será condicionado por um tom deliberadamente pessoal: afinal, fomos amigos do Rui, companheiros de vida e poesia, e com ele dividimos durante muitos anos os caminhos do lado menos visível das coisas. Por isso, cada um de nós tem os seus pontos de referência nesse mapa de cumplicidades íntimas e as suas antologias pessoais de poemas. [...]

    Esclareça-se desde já que o título Mike Tyson para principiantes nos foi fornecido pelo próprio autor — que o utilizou para uma antologia da sua obra que pretendia ver publicada, a cujas versões tivemos acesso. Embora mantenha o título inspirado pela metáfora do pugilismo, o livro que temos em mãos, substancialmente mais extenso, não é a antologia Mike Tyson para Principiantes que o autor organizou; de qualquer modo, também não se trata de uma reunião dos seus poemas completos. O livro resulta da nossa selecção pessoal, democraticamente ponderada, feita a partir dos livros editados em vida, dos dispersos que vieram a lume em revistas literárias e volumes colectivos e dos inéditos que se conservam no espólio que a família mantém. Assinale-se também que, para a escolha e organização dos poemas, nunca perdemos de vista o objectivo de construir um livro inteiramente novo. Ainda assim, tendo acompanhado a sua escrita, achámos por bem respeitar uma constante na composição de todos os seus livros publicados, que foi a divisão em três partes, e orientá-la de uma forma que pudesse aproximar-se de propostas que o próprio deixou esboçadas. [...]»
    da Introdução
  • Trailer

    Katia Maciel

    Neste belíssimo "Trailer" sobressai uma poesia rica que intercala imaginação, fantasia e memória. Itinerante tal qual seu nome, convida o leitor a viajar por mundos condensados em versos, acompanhado por referências cinematográficas e flashes de cenas vívidas capturadas no momento exacto.
  • Mariana Pineda

    Federico Garcia Lorca

     Mariana Pineda é uma peça de teatro escrita pelo dramaturgo e poeta espanhol Federico García Lorca. É baseada na vida de Mariana de Pineda Muñoz, cuja oposição ao republicano Fernando VII de Espanha tinha-se tornado parte do folclore de Granada.

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Destaques

Pequena antologia de poemas portugueses = A little anthology of Portuguese poems

Vários

 Edição bilingue
Poemas portugueses desde o séc. XII ao séc. XX

Admirável Mundo Novo

Aldous Huxley

 Admirável Mundo Novo é uma parábola fantástica sobre a desumanização dos seres humanos. Na utopia negativa descrita no livro, o Homem foi subjugado pelas suas invenções. A ciência, a tecnologia e a organização social deixaram de estar ao serviço do Homem; tornaram-se os seus amos. Desde a publicação deste livro, o mundo rumou a passos tão largos na direcção errada que, se eu escrevesse hoje a mesma obra, a acção não distaria seiscentos anos do presente, mas somente duzentos. O preço da liberdade, e até da simples humanidade, é a vigilância eterna.

Turismo de Guerra

Tiago Patrício

 

A fábula cinemtográfica

Jacques Rancière

 Em A Fábula Cinematográfica, Jacques Rancière reflecte novamente sobre o cinema, centrando-se desta vez na sua dimensão narrativa e nas contradições que a compõem.

Partindo da obra de realizadores como Fritz Lang, Ingmar Bergman, Jean-Luc Godard, Nicholas Ray entre outros, e em constante diálogo com o pensamento de Gilles Deleuze, Rancière analisa o conflito entre natureza técnica e vocação artística que atravessa desde sempre a história do cinema.