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  • Rosas

    Dulce Maria Cardoso

    Repetir. Repetir. Repetir. Repetir.

    A importância de um gesto está sempre na repetição. Um gesto
    isolado pode muito bem nunca ter sentido.
    A importância de um gesto está sempre na repetição. Um gesto
    isolado pode muito bem nunca ser sentido.
    A banalização de um gesto está sempre na repetição. Um gesto
    repetido pode muito bem já não ser sentido.
    A banalização de um gesto está sempre na repetição. Um gesto
    repetido pode muito bem já não ter sentido.

    Rosas – Dulce Maria Cardoso
  • 33 Rotações

    Luca Argel

    33 rotações" (Averno, 2017) é o primeiro livro de Luca Argel publicado em Portugal, e contém poemas selecionados de seus 3 primeiros livros: "esqueci de fixar o grafite" (2012), "topadas no escuro" (2014), e "uma pequena festa por uma eternidade" (2016).
  • ContemSpoilers

    Luca Argel

    COMTEMSPOILERS de Luca Argel
    c/ CD LIVRO DE RECLAMAÇÕES de Luca Argel

    "/1973: we talk to each other on our dreams
    /«o céu aqui é mais lá em cima»
    /as bochechas da ostra, a dignidade da beterraba
    /mas doutra vez eu trago a flauta
    /e sempre salto os prefácios, sempre"
  • Antologia poética

    Alejandra Pizarnik

    Edição bilingue.
    Tradução: Alberto Augusto Miranda
    Selecção de poemas: Albrto Augusto Miranda, António Sá Moura, Carlos Saraiva Pinto

    «não,
    as palavras
    não fazem amoor
    fazem ausência
    Se digo água, beberei?
    Se digo pão, comerei?»
    (excerto de "En esta noche en este mundo")
  • Nadar na piscina dos pequenos

    Golgona Anghel

     Encontrámos as partes,
    mas ainda não o conjunto.
    Falta-nos esta última força.
    Falta-nos a esperança
    como uma espuma branca que nos proteja e nos una.
    Procuramos esse sustento salutar:
    conviver,
    perseguidos por uma espécie de incontinência verbal.

    Na juventude, começámos com uma boneca de corda,
    a que demos tudo o que tínhamos.
    O fracasso estava, no entanto, treinado
    para receber-nos, com luvas gigantes,
    como se fôssemos bolas de basebol.
    Continuamos calados. À procura. Com fome.
    Não podemos fazer mais.
  • Poemas Obsoletos de Um Bicho Imóvel

    Nunes da Rocha

    Nunes da Rocha, Poemas Obsoletos de um Bicho Imóvel, 52 pp.
    (Tiragem Única de 250 exemplares)
    Capa de Bárbara Assis Pacheco.
    Paginação e arranjo gráfico de Pedro Santos.
  • Livro das Imagens 2012 - 2013 - 2014 -2015

    Sei Miguel

    LIVRO DAS IMAGENS 2012 - 2013 - 2014 -2015 de Sei Miguel. Antologia de desenhos do músico lisboeta, com prefácio de Gastão Cruz. Capa impressa em tipografia e offset. Co-edição O Homem do Saco / Marmita de Gigante
  • A Porta e Outras Ficções

    Fernando Pessoa

     Esta nova edição das ficções pessoanas continua o trabalho de recolha e divulgação das edições anteriores. Estão aqui reunidas nove ficções de Fernando Pessoa, quatro das quais inéditas, tendo as outras sido objecto de novas leituras e organização.

    A edição inclui duas tentativas de romance, as únicas na obra de Pessoa: Reacção, passado no final da monarquia, época de grandes conspirações, e Marcos Alves, as confissões de uma alma possuída pela «agoniada tristeza de não ter feito nada».

    Os outros contos que formam este volume representam várias fases da vida criativa do autor, com especial incidência nos seus primeiros anos.
  • Performance na Esfera Pública

    AAVV

     Pode a performance arte hoje participar, construir e recriar o espaço público? Como podem os mundos criados pela performance reconfigurar as possibilidades políticas, éticas e estéticas do encontro com o outro, de acção no mundo e da relação entre a esfera privada e pública?

    Estas são as questões de fundo que norteiam os 11 ensaios e as 9 páginas de artistas reunidos neste volume, publicado por ocasião do centenário da conferência futurista de Almada Negreiros, marco inaugural de uma possível história da performance portuguesa.

    Inclui contributos de Claire Bishop, Peggy Phelan, Bojana Cvejic e Ana Vujanovic, Eleonora Fabião, Christof Migone, Guillermo GómezPeña, Ana Bigotte Vieira, Sandra Guerreiro Dias, Ana Borralho e João Galante, entre outros.
  • Pão com Fiambre

    Charles Bukowski

    Naquele que é amplamente considerado o melhor de todos os seus romances, Charles Bukowski descreve os longos e amargos anos de uma juventude vivida à margem, através da voz inconfundível de Henry Chinaski, o seu famoso alter-ego.

    Parcialmente autobiográfico, mas absolutamente cómico, trágico e nostálgico Pão com fiambre tornou-se, quase de imediato, um clássico da literatura americana contemporânea.

Eventos


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Destaques

Eufeme #5 Outubro/Dezembro 2017

AAVV

 Esta edição conta com 98 páginas e com a participação dos poetas:

Alfredo Ferreiro; Ana Horta; António José Queiroz; Domingos da Mota; Edgardo Xavier; Eduardo Bettencourt Pinto; Eduardo Quina; Francisco Cardo; Gilles Fabre*; Gisela Gracias Ramos Rosa; Jack Galmitz*; Jorge Arrimar; Lee Gurga*; m. parissy; Maria F. Roldão; Mila Vidal Paletti; Rui Tinoco; Sónia Oliveira; Zlatka Timenova.

* traduções de Francisco José Craveiro de Carvalho.

Como um respirar: antologia poética

Johannes Bobrowski

 No espaço raso, atravessado por uma história violenta e trágica e cheio de crenças fundamente enraizadas, que vai de Vístula ao Memel e ao Volga, das brancas falésias bálticas pintadas por Philipp Otto Runge às cúpulas douradas de Novgorod, da mítica Sarmácia romana à resistência do velho povo prusso e lituano contra as cruzadas medievais da Ordem Teutónica, da anexação e do extermínio hitlerianos às reivindicações das repúblicas bálticas da URSS - nesse espaço de florestas sombrias, de rios e lagos e planícies carregados de ecos e de uma memória pessoal e ancestral que o tempo da grande História não consegue apagar, é aí que respira, magicamente, a poesia de Johannes Bobrowski. (João Barrento, Introdução)

Apenas - Uma Narrativa

António Pedro

 Poeta, dramaturgo e artista plástico português (1909-1966) nascido em Cabo Verde, António Pedro da Costa pertenceu ao Grupo Surrealista de Londres em 1944-1945, altura em que trabalhou na BBC. Em 1947 integrou o Grupo Surrealista de Lisboa. Os seus primeiros livros de poesia intitulam-se Os Meus 7 Pecados Capitais (1926) e Máquina de Vidro (1931). Em 1935 surgem os 15 Poèmes au Hasard. É ainda autor da ficção Apenas uma Narrativa (1942), obra que marca os alvores do Surrealismo português.

Tudo que existe louvará: antologia

Adélia Prado

 «Adélia provoca escândalo. A expressão cultual, como nos avisam as diversas tradições litúrgicas, é intimamente corporal. Os sacramentos pedem matéria (água no Batismo, o óleo da unção na Confirmação, pão e vinho na Eucaristia, etc.), porque o espiritual supõe o sensível. Com efeito, os êxtases espirituais de Teresa viam-se no corpo — como o atesta o Bernini da Igreja de Santa Maria da Vitória, em Roma —, a contemplação do Poverello de Assis fazia-o levitar três metros acima do chão, e as experiências místicas de São João da Cruz tinham consequências somáticas marcantes, como o vómito. Adélia Prado assim o entende. O religioso sem corpo é triste, incompreensível e anímico, porque é com o corpo que se ama a Deus. O corpo é que nos abre, como janela, para a transcendência: Deus só é experimentável a partir do corpo e na relação com o corpo. A poética de Adélia Prado é, por isso, escandalosamente erótica, porque é, talvez mais ainda, escandalosamente sacramental.»

José Tolentino Mendonça e Miguel Cabedo e Vasconcelos, no prefácio a esta edição.