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Poesia Portuguesa » Satírica

O Canto da Cigarra - Sátira às mulheres

Augusto Gil

 
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18.00

Palavras Emagrecidas: rimas para contar e teatrar a nova ortografia

Alice Rios

 
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15.00

Poemas de ponta & mola

Mendes de Carvalho

DESTINO

Neste país tudo é fado
doa a quem doer
até o pessoa
dá para gemer
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15.00

Livro de Reclamações

António Ferra

Tanto verso, às vezes curto, a euro e meio,
tanta sílaba dividida pelos cêntimos!
Vendem os poetas versos livres
ou as métricas saídas do paleio
onde se finge a dor que não se sente.

A poesia é caríssima
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9.50

A mulher de luto

Gomes Leal

Edição de José Carlos Seabra Pereira.
Embora querendo-se sempre poeta inspirado e exímio na sátira social e no humorismo mefistofélico, Gomes Leal passa a privilegiar a "estética do Mistério" na viragem do século. A concretização criativa dessa opção fará convergir a receptividade do poeta à crise ideológica do fim-de-século e o seu já antigo gosto pelo fantástico e pelo cruzamento espectral do amor e da morte. A Mulher de Luto (1902) funde essas tendências em narrativa que se singulariza pela feição ocultista e espírita, mas valoriza-se sobretudo como necrografia em que o poeta se projecta, até desfechar em alta expressão lírica do drama pessoal.
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18.00

Torre de Babel ou a porra do soriano seguido de O casamento simulado

Guerra Junqueiro

Pedro Soriano tornou-se um dos mais célebres criminosos portugueses depois de uma insólita noite, em Dezembro de 1881. Para poder desfrutar dos prazeres carnais com a jovem Maria Eugénia, montou todo o aparato próprio de um casamento religioso. A sua proeza foi tão condenada (cumpriu pena de prisão e degredo) quanto invejada pelos seus contemporâneos, junto dos quais corria o boato da sua enorme virilidade. Entre eles, contava-se Guerra Junqueiro, que dedicou a Soriano um longo poema de circulação clandestina.
Anos mais tarde, Guerra Junqueiro procuraria recolher todos os exemplares de uma publicação que lhe manchava o bom nome.
Neste volume, António Ventura recupera o inusitado poema «A Torre de Babel ou a Porra do Soriano» (1882), seguido de «O Casamento Simulado», publicação que em 1886 procurou defender a honra do galã em prejuízo da reputação da «noiva».

«Eu canto do Soriano o singular mangalho!
Empresa colossal! Ciclópico trabalho!
Para o cantar inteiro e o cantar bem
precisava viver como Matusalém.
Dez séculos!
Enfim, nesta pobreza métrica
cantemos essa porra, porra quilométrica,
donde pendem os colhões de que dão ideia vaga
as Nádegas brutais do Arcebispo de Braga.»
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9.90