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Novidades

  • Europa, Europa!

    Miguel Real

     Filomena Oliveira e Miguel Real
  • Vertentes do olhar

    Eugénio de Andrade

     
  • Dezassete sonetos eróticos e fesceninos

    Tiago Veiga

     Desenhos de José Rodrigues
  • Poesia 2

    Jorge de Sena

    «A poesia de Jorge de Sena aparece, nesta colecção das suas Obras Completas, editada em dois volumes. Em 2013, Poesia 1 reuniu a poesia que o poeta havia publicado em vida. Poesia 2 recolhe a poesia esparsa e inédita à data da sua morte, em 4 de Junho de 1978 - e depois editada por Mécia de Sena -, acrescida de uma mão-cheia de inéditos e de um poema não recolhido ainda em livro, num total de 895 poemas.
    Este volume percorre todo o «diário poético» de Jorge de Sena, desde o primeiro poema que conservou, «Desengano», de 11 de Junho de 1936, até ao último poema que escreveu, «Aviso a cardíacos e outras pessoas atacadas de semelhantes males», de 19 de Março de 1978.» Jorge Fazenda Lourenço

    «Como um processo testemunhal sempre entendi a poesia, cuja melhor arte consistirá em dar expressão ao que o mundo (o dentro e o fora) nos vai revelando, não apenas de outros mundos simultânea e idealmente possíveis, mas, principalmente, de outros que a nossa vontade de dignidade humana deseja convocar a que o sejam de facto.» Jorge de Sena
  • Súbita iluminação

    Henrique Dória

     
  • E Todavia

    Ana Luísa Amaral

    CUIDADOSOS DESCUIDOS

    Cuidar na escolha: afiado lápis
    que o bico rombo rasga-me as palavras
    mas tão macio que eu as possa romper
    quando preciso.

    Cuidar na folha: vagaroso brilho,
    pronta para o desenho em nota, à margem:
    que tenha humor de verdadeira folha.
    Depois vem o pior
    que não escolhi —
  • Selva Molhada - pequenas histórias de um imenso mar

    José Guedes

    Certo tubarão mundano
    bem falante, requintado
    fez-se vegetariano
    ficou tudo admirado
    cai a paz no oceano
    este conto é terminado.

    (com ilustrações de Carla Mourão)
  • Úsnea

    Abel Neves

    Averno 078
    Com uma fotografia de José Francisco Azevedo na capa.

    "[...]
    olha traz-me um ramo de qualquer coisa
    qualquer coisa que venha amaciar o seco das palavras
    deitadas a este relento entre ninhos de raposa
    e um sonho de groselhas
    é que deixam secura e mais nada não deixam mais nada
    os sabugueiros ao menos deitam flores e bagas
    tudo pérolas traz-me um ramo de azul tuaregue
    e nem é preciso que vás ao deserto
    entra por esta noite pode ser apenas esta
    não dês alerta aos bichos dos varandins
    às gatas e aos gatos com cio aos homens com sabre
    sossega as gazelas vai à fonte e traz o azul
    eu estarei à tua espera sem o falcão
    sem o rei na barriga nem a gataria à espreita
    [...]"
  • Parêntesis rectos

    Daniel Camacho

     
  • A papaia

    Nuno Medeiros

     Nuno Medeiros e Nuno Rebocho

Eventos

  • 2016-12-01
    Sabores de Poesia no restaurante YOURS BISTRÔ
    Jantar com Recital de poesia no restaura...
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    Junho é o mês de Camões, Pessoa e dos sa...
  • 2015-06-12
    Segunda Sexta às Sete #12
    Na próxima sexta-feira, dia 12, a Cena P...

Destaques

Diários

Al Berto

Edição e apresentação: Golgona Anghel

Antologia Poética: Fernando Pessoa, Álvaro de Campos, Alberto Caeiro, Ricardo Reis

Fernando Pessoa

Ao morrer em 30 de Novembro de 1935, Pessoa deixava dispersa uma obra já ampla em poesia e prosa e amigos que reconheciam ou suspeitavam o seu génio por entre o alheamento do público.
Foi lentamente que a sua dimensão emergiu da mítica arca que legou à posteridade.
Esta Antologia pretende tornar mais acessível a melhor poesia ortónima e heterónima de Pessoa.

Ocarina

António Barahona

 

Emily Dickinson e Luiza Neto Jorge: quantas faces?

Marinela Freitas