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Novidades

  • Música de anónimo

    José Manuel Teixeira da Silva

     
  • Contos fantásticos

    Edgar Allan Poe

     
  • Almada, os painéis a geometria e tudo: as entrevistas com António Valdemar

    José de Almada Negreiros

     
  • Uma Admiração Pastoril pelo Diabo (Pessoa e Pascoaes)

    António M. Feijó

    Esta obra, que tem como título uma citação do conhecido romance de Musil, coliga um conjunto de ensaios sobre Fernando Pessoa (Mensagem e Livro do Desassossego e outros) e «uma descrição do sistema gnóstico de Teixeira de Pascoaes, de uma audácia especulativa dificilmente igualada por qualquer contemporâneo, e assume a relação entre Pessoa e Pascoaes como crucial a ambos. Cada um dos ensaios poderá ser lido por si mesmo, embora do conjunto resulte um argumento cumulativo maior que visa demonstrar a autoridade plena de Pessoa sobre tudo o que escreveu. O livro poderia, por isso, com aptidão chamar-se, por antífrase do título de um conhecido estudo crítico sobre o autor, “Unidade e unidade em Fernando Pessoa”.»
  • Palimpsesto

    Ricardo Gil Soeiro

     
  • A Ideia nº 73/74

    Dir. António Cândido Franco

    A Revista de Cultura Libertária – A IDEIA - sob direcção de António Cândido Franco, apresenta, neste seu número duplo (II série, vol. 17, nº 73/74), vários inéditos e dedica um caderno ao Surrealismo e ao Café Gelo, com um dossier de/sobre Manuel de Castro (1934-1971).

    [Alguma] Colaboração/textos assinados: Agostinho da Silva, Alfredo Margarido, Alexandre Vargas, Ângelo Lima, António Barahona, António Cândido Franco, António Gonçalves [“Henrique Risques Pereira”], António Telmo, Benjamim Péret, Fiame Hasse Pais Brandão, Gonçalves Correia [sobre Brito Camacho], Joaquim Palminha da Silva, Jorge Leandro Rosa, José Hipólito Santos [“Um militante libertário: Moisés Silva Ramos], José Maria Carvalho da Silva, Luís Amaro, Manuel de Castro [dossier de/sobre este poeta], Manuel Hermínio Monteiro, Manuel Silva, Maria Estela Guedes, Maria de Fátima Marinho, Miguel Carvalho, Nuno Júdice, Paulo Borges, Pedro Martins, Pedro OOm, Raul Leal, Rui Sousa, Sérgio Lima, Sofia Carvalho, Teixeira de Pascoaes, Virgílio Martinho

  • Baço

    Manuel A. Domingos

     
  • A cor das cerejeiras

    António Graça de Abreu

     
  • Maurice Blanchot - A Literatura nos limites da Filosofia

    Hugo Monteiro

    Este livro é, o mais possível, uma «aproximação silenciosa» à escrita e ao pensamento de Maurice Blanchot. Uma «aproximação silenciosa» que, afirmada como condição da própria leitura [Hoppenot; Mesnard (2014). Maurice Blanchot – Johannes Hübner. Correspondance. Paris: Kimé. P. 61], celebra a escrita de Blanchot, na sua discrição mais do que proverbial, como uma das mais singulares aventuras filosófico-literárias da actualidade. O silêncio de tal aproximação advém, também, de uma dificuldade em escrever-se sobre Blanchot como uma das modulações mais reconhecidas pelos/as seus leitores, dos mais célebres (Emmanuel Levinas, Jacques Derrida, Jean-Luc Nancy, mas também Michel Foucault, Gilles Deleuze ou Giorgio Agamben) aos menos conhecidos, tanto nos domínios da literatura, quanto da filosofia, quanto dos vários quadrantes de saber capazes de se deixarem tocar pela «paixão» da sua escrita.
    Escrever, na declarada paixão pelo espaço literário pensado por MB, passa pelo confronto incessante com uma invisibilidade que se ensaia expor, sem se violentar – desde logo na tese, ou quase-tese, que foi a base deste texto.
    A dissertação de doutoramento que originou este livro foi honrada com o Prémio Extraordinário de Doutoramento, pela Faculdade de Filosofia da Universidade de Santiago de Compostela.
  • Game over

    Manuel de Freitas

     

Eventos

  • 2016-12-01
    Sabores de Poesia no restaurante YOURS BISTRÔ
    Jantar com Recital de poesia no restaura...
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Primeiros Poemas. As mãos e os frutos. Os amantes sem dinheiro

Eugénio de Andrade

 

Livro Sexto

Sophia de Mello Breyner Andresen

INSTANTE

Deixai-me limpo
O ar dos quartos
E liso
O branco das paredes

Deixai-me com as coisas
Fundadas no silêncio

Tatuagem & Palimpsesto - da poesia em alguns poetas e poemas

Manuel Gusmão

O livro é uma recolha de ensaios sobre a poesia tal como ela se configura em alguns poemas e poetas. Depois de um ensaio de abertura, «Incerta Chama», que lança alguns tópicos que reaparecerão nos movimentos concretos da leitura, o livro organiza-se em três áreas, definidas por critérios temáticos e histórico-cronológicos. A primeira prolonga a abertura e reúne textos que tentam articular uma experiência (teórico- -metodológica) da poesia e do ensino da poesia. A segunda é a sequência central do livro: é constituída por umensaio sobre a poesia de Rimbaud e omodo como ela desenha uma das fronteiras damodernidade estética; a que se seguem4 grupos de ensaios sobre poetas portugueses. A terceira e última sequência resume-se a um pequeno ensaio que faz a recensão de O Século de Oiro e procura pensar a questão das antologias e a da historicidade da poesia.

A arte do ator entre os séculos XVI e XVIII

Ana Portich

 Da commedia dell'arte ao paradoxo sobre o comediante