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  • Os antílopes

    Henning Mankell

     
  • Detergente

    Ruy Ventura

     
  • Teatro Popular - Um Conceito Estético-Sociológico

    Uirá Iracema Silva

    «(...) ao olharmos para o trabalho de companhias como o Ventoforte (Brasil), a Cia São Jorge de Variedade (Brasil), o Théâtre du Soleil (França), o Berliner Ensemble (Alemanha), o Odin Teatret (Dinamarca), 7:84 (Inglaterra), entre outras, não restam dúvidas de que o teatro popular possui um conjunto de práticas e tradições que o caracterizam como uma linguagem dentro do gênero teatral e, se esta linguagem produz espetáculos de grande poder de comunicação com a plateia a avalizar a sua relevância e pertinência, porque existe tanta resistência em classificá-lo e tratá-lo com a mesma deferência com que tratamos os demais gêneros teatrais?»
  • Manhã

    Adília Lopes

    «Manhã» é o mais recente livro de poemas de Adília Lopes. Começa com uma epígrafe lapidar de Alexandre O'Neill: «(Pesquisas fazem-se em casa, já dizia a minha avó, que era escritora)». Infância, memórias, momentos comoventes, desconcertantes ou paradoxais, como neste poema onde a autora nos fala de Palavras Caras:

    «Em minha casa, detestávamos pessoas bem-falantes, palavras caras. De uma vez, apareceu a prima Maria Lucília a dizer já não sei porquê:
    Fiquei muito confrangida.
    Passámos a chamar-lhe a confrangida.
    Sempre que aparecia alguém na televisão a declamar poesia ou a falar de poesia, desligávamos a televisão.»
  • Anuário de Poesia de autores não publicados 2015

    A.B. Mendes Cadaxa

    A. Rafael Silva
    Alexandre Monteiro
    Frederico Ferreira
    Gina Ávila Macedo
    Miguel Alexandre Marques
    Paulo Amorim
    Pedro Craveiro

    Com esta publicação anual pretende-se criar um espaço nobre para a divulgação de novos poetas que, embora ainda não tenham publicado o seu primeiro livro, demonstrem já talento, originalidade e consciência poética.

    O «Anuário de Poesia de autores não publicados» teve uma curta existência entre 1984 e 1987 mas, ainda assim, deu a conhecer a um público mais vasto, pela primeira vez, muitos novos autores, alguns deles entretanto consagrados. O júri da edição de 2015 foi constituído pelos editores Manuel Alberto Valente e Vasco David', pelos poetas Armando Silva Carvalho e Golgona Anghel, e pelo escritor Almeida Faria.
  • Sunny bar

    Manuel de Freitas

     Selecção de Rui Pires Cabral
  • Música de anónimo

    José Manuel Teixeira da Silva

     
  • Síndrome de Estocolmo

    Catarina Costa

    «Nessa época era a hesitação que me guiava pelos corredores, deixava-me levar ficando sempre um pouco atrás, numa galeria adjacente. Quando um dia me perguntaste porque me ausentara eu nos dias precedentes, isso significou talvez que tivesses notado a minha ausência total para lá da ausência parcial. Mas porque estranharas a falta total de alguém já tão em falta? Talvez fosses sensível à natureza pouco perceptível de um desaparecimento. Talvez já nessa altura te transtornasse a ideia de um desvanecimento gradual sem que o próprio intercedesse com carisma ou violência. Estarias a tentar resgatar-me para o mundo das presenças para que eu não fosse a confirmação de que é possível desaparecer sem rasto.»

    Catarina Costa nasceu em Coimbra em 1985. É licenciada em Psicologia Clínica pela Universidade de Coimbra. Na área literária publicou dois livros: Marcas de urze (Cosmorama, 2008), o qual foi vencedor do Prémio de Poesia Guilherme de Faria, e Dos espaços confinados (Deriva, 2013). Tem ainda poemas e textos publicados em diversas revistas literárias em Portugal e no Brasil tais como Callema, Enfermaria 6, Sibila, Zunái e Bólide. Está de momento a dinamizar oficinas de escrita criativa no âmbito da reabilitação psicossocial.
  • Amazonas e Cia

    Gil de Carvalho

    Tiragem de 150 exemplares numerados e assinados pelo autor.
  • Luminária

    Luís Manuel Gaspar

     

Eventos

  • 2016-12-01
    Sabores de Poesia no restaurante YOURS BISTRÔ
    Jantar com Recital de poesia no restaura...
  • 2015-06-30
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    Junho é o mês de Camões, Pessoa e dos sa...
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Sophia de Mello Breyner Andresen

 

Manifesto Anti-Dantas

José de Almada Negreiros

Manifesto Anti-Dantas e Por Extenso por José de Almada-Negreiros Poeta D'Orpheu Futurista e Tudo

edição fac-similada e comentada
(com CD com o Manifesto dito pelo próprio José de Almada Negreiros)

Lisboa - What the Tourist Should See

Fernando Pessoa

In 1925, Fernando Pessoa wrote a guidebook to Lisbon for English-speaking visitors, and wrote it in English. The typescript was only discovered amongst his papers in the 1980s. The book is fascinating in that it shows us Pessoa's view of his native city — and Pessoa, as an adult, rarely left Lisbon, and it figures large in his poetry. The book can still be useful to visitors today, given that the majority of the sights described are still to be found. A fascinating scrap from the master's table.

Memórias e divagações

João de Deus Rodrigues

 Pref. A. M. Pires Cabral