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Novidades

  • Trailer

    Katia Maciel

    Neste belíssimo "Trailer" sobressai uma poesia rica que intercala imaginação, fantasia e memória. Itinerante tal qual seu nome, convida o leitor a viajar por mundos condensados em versos, acompanhado por referências cinematográficas e flashes de cenas vívidas capturadas no momento exacto.
  • A Moral Anarquista

    Piotr Alexeevich Kropotkine

    Nesta obra, partindo da observação da sociabilidade presente nas diferentes espécies animais e abordando diversas posições filosóficas sobre a moral, o autor debate-se com os problemas que nos conduzem, em última instância, ao confronto com a própria vocação e destino do Homem, oferecendo uma reflexão indispensável para a compreensão das diferentes épocas que marcaram a grande narrativa da história da Humanidade, assim como dos tempos em que vivemos.

    Em A Moral Anarquista, o autor esboça um trajecto onde os grandes problemas e princípios éticos anarquistas são analisados de uma forma clara e precisa, contribuindo para a supressão dos preconceitos que muitas vezes envolvem esta doutrina sociopolítica.

  • Autobiografia do Vermelho

    Aquilino Ribeiro

     AUTOBIOGRAFIA DO VERMELHO, de Anne Carson, numa tradução de João Concha e Ricardo Marques.
    Esta é a primeira edição em português desta obra de Anne Carson, bem como o primeiro livro da autora a ser publicado entre nós.

    “Gerião sentou-se na cama do seu quarto de hotel pensando nas fendas e aberturas da sua vida interior. Pode acontecer que a saída do vulcão esteja bloqueada por um pedregulho, forçando a matéria fluída a escorrer para os lados em fissuras laterais chamadas de lábios de fogo pelos vulcanólogos. Mas Gerião não queria tornar-se numa dessas pessoas que só pensam na sua bagagem de dor. Curvou-se de joelhos sobre o livro.
    Problemas Filosóficos.
    ‘… Nunca saberei como vês o vermelho e nunca saberás como eu o vejo. Mas esta separação da consciência é só reconhecida após uma falha na comunicação, e o nosso primeiro movimento é o de acreditar num ser indivisível entre nós…’
    À medida que Gerião lia ia sentindo algo como toneladas de magma negro emergindo das regiões mais profundas do seu corpo. Voltou a olhar o início da página e recomeçou.
    ‘Negar a existência do vermelho é negar a existência do mistério. A alma que assim o faz irá um dia enlouquecer.’”
  • Notícias de Horeb

    Maurício de Sousa

    Nº 11 da Colecção Poetas da Eufeme 

    Excerto

    VENTOS DE NOVO

    os ventos de horeb
    sopram agora melhor e são menos ínsitos
    ou mais preciosos - 

    são cada vez mais quânticos
    contra o céu e os céus e a nova sabedoria

    com aljavas de guano
    e promessas de poços de petróleo movem-se 
    por si sós 

    de novo em todas as direcções

    pp. 15
  • Problemas de Género

    Judith Butler

     Vinte e sete anos após a sua publicação original, Gender Trouble está finalmente disponível em Portugal. Trata-se de um dos textos mais importantes da teoria feminista, dos estudos de género e da teoria queer. Ao definir o conceito de género como performatividade - isto é, como algo que se constrói e que é, em última análise uma performance - Problemas de Género repensou conceitos do feminismo e lançou os alicerces para a teoria queer, revolucionando a linguagem dos activismos.
  • Antípoda: casa mãe

    José Rui Teixeira

     
  • Mariana Pineda

    Federico Garcia Lorca

     Mariana Pineda é uma peça de teatro escrita pelo dramaturgo e poeta espanhol Federico García Lorca. É baseada na vida de Mariana de Pineda Muñoz, cuja oposição ao republicano Fernando VII de Espanha tinha-se tornado parte do folclore de Granada.
  • A Porta e Outras Ficções

    Fernando Pessoa

     Esta nova edição das ficções pessoanas continua o trabalho de recolha e divulgação das edições anteriores. Estão aqui reunidas nove ficções de Fernando Pessoa, quatro das quais inéditas, tendo as outras sido objecto de novas leituras e organização.

    A edição inclui duas tentativas de romance, as únicas na obra de Pessoa: Reacção, passado no final da monarquia, época de grandes conspirações, e Marcos Alves, as confissões de uma alma possuída pela «agoniada tristeza de não ter feito nada».

    Os outros contos que formam este volume representam várias fases da vida criativa do autor, com especial incidência nos seus primeiros anos.
  • Saudação a Walt Whitman / Canto de Mim Mesmo

    Álvaro de Campos, Walt Whitman

    Um novo livro amarelo, do maior especialista contemporâneo de Fernando Pessoa, Jerónimo Pizarro.
    Este é o encontro de dois grandes poetas, Fernando Pessoa, ou o seu heterónimo, Álvaro de Campos, e Walt Whitman.
    Disse Harold Bloom que Pessoa era o maior herdeiro português de Whitman.
    Pessoa não desmente essa filiação. Jerónimo Pizarro, mestre-de-cerimónias do encontro de Campos e Whitman, recorda-nos uma declaração pessoana: «O heterónimo de monóculo sente-se um Whitman "em Brooklyn Ferry dez anos antes de eu nascer!

    EXCERTOS
    Este é o encontro de dois grandes poetas, Fernando Pessoa, ou o seu heterónimo, Álvaro de Campos, e Walt Whitman. Disse Harold Bloom que Pessoa era o maior herdeiro português de WHITMAN. Pessoa não desmente essa filiação. Jerónimo Pizarro, mestre-de-cerimónias do encontro de Campos e Whitman, recorda-nos uma declaração pessoana: «O heterónimo de monóculo sente-se um Whitman “em Brooklyn Ferry dez anos antes de eu nascer”.»
    PESSOA nunca negou a influência de Whitman e, como se diz na apresentação, «toda a sua produção de 1914-1916, e não só, torna-se-nos mais compreensível se a aproximarmos de Whitman». Os dois admiráveis poemas, que aqui se juntam, reforçam essa comunhão poética. Este livro, escreve JERÓNIMO PIZARRO, «vem precisamente convidar-nos a uma leitura dupla, permitindo, neste caso, revisitar Whitman para reler Pessoa, ou, COMO SUGERIA JORGE LUIS BORGES, LER O SEGUNDO PARA AFINAR E DESVIAR SENSIVELMENTE A LEITURA DO PRIMEIRO, até porque Pessoa leu e sublinhou Song of Myself antes e depois de escrever a Saudação a Walt Whitman.»
    APRESENTAÇÃO JERÓNIMO PIZARRO
  • Poesia

    Mário Cesariny de Vasconcelos

     Livro que pela primeira vez reúne a obra poética de Mário Cesariny, organizado e prefaciado por Perfecto E. Cuadrado. Nesta edição estão incluídos os livros Manual de Prestidigitação, Primavera Autónoma das Estradas, Pena Capital, Nobilíssima Visão, A Cidade Queimada, O Virgem Negra e ainda «Outros poemas», conjunto de textos retirados dos livros pelo autor.

    «Há uma década já que o navio-mário largou o cais para se aventurar no nevoeiro à procura do mistério da pirâmide, depois de ter bebido das águas daquele lugar tenebroso e cantante onde se juntam todas as nascentes. Mário foi, antes de mais, um homem livre e luminoso que cada dia inaugurava o dia na noite da caverna e que soube encontrar mil tempos novos para o verbo amar.» (Perfecto E. Cuadrado, no prefácio a esta edição)

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Destaques

livros e cigarros

George Orwell

 Qual a relação entre livros e cigarros? Como trabalham os críticos literários? Nestes textos, ora curiosos ora graves, mas sempre cativantes, são-nos narradas, por exemplo, as experiências de Orwell como alfarrabista (Memórias de um Livreiro), vemos explicadas algumas das suas posições políticas (Um, Dois, Esquerda ou Direita - O Meu País) e testemunhamos episódios marcantes da infância do autor no colégio St. Cyprian’s (Ah, Ledos, Ledos Dias). Neste último texto, percebemos, enfim, a génese do seu espírito indómito, a sua determinação em resistir à tirania e em manter a dignidade, numa palavra, a certeza de que os fracos têm direito a rebelar-se contra a ordem estabelecida.

Janelas altas

Philip Larkin

 

A Nebulossa

Pier Paolo Pasolini

 A Nebulosa (1959) impôs a Pasolini «vinte dias atrozes fechado num hotelzito a trabalhar como um cão». Guião literário escrito em 1959, irreconhecível no filme Milano nera (1961), e que se lê como um romance negro, apenas em 1995 foi resgatado ao esquecimento. Texto febril e colérico, A Nebulosa mergulha na periferia de uma Milão envolta em névoa, com «fieiras de luzes e de prédios envidraçados», onde um grupo de teddy boys, numa estonteante noite de fim de ano, afoga na mais extremada violência as suas frustrações. Nesta ronda frenética com contornos de Laranja Mecânica, em que só néons de bares pontuam a longa noite sem estrelas da juventude tentada pelo abismo, estão na mira de Pasolini a perversão moral engendrada pela sociedade afluente e o seu desprezo por tudo. A mesma perversão moral que, suspeita-se, terá selado o destino trágico de Pasolini.

Fragmentos de Novalis

Novalis

Neste livro, Rui Chafes juntou fragmentos, que ele traduziu, da obra de Novalis a desenhos seus. O resultado, como ele diz no prefácio a esta obra, é uma escultura, um “objecto de paixão: nasce de uma longa relação com os textos de "Novalis" que se revelaram como uma das bases estéticas mais importantes para o meu trabalho de escultura.”. Mais do que uma recolha de ensaios e reflexões filosóficas sobre o mundo, a sociedade e os homens, este livro é uma homenagem de Rui Chafes a "Novalis", pela influência que ele e a língua alemã tiveram na construção da sua obra.