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Novidades

  • Repetição da diferença. Casa dos mundos irrepetíveis

    Luís Filipe Sarmento

     
  • Selva Molhada - pequenas histórias de um imenso mar

    José Guedes

    Certo tubarão mundano
    bem falante, requintado
    fez-se vegetariano
    ficou tudo admirado
    cai a paz no oceano
    este conto é terminado.

    (com ilustrações de Carla Mourão)
  • Cartas de Mário Cesariny para Cruzeiro Seixas

    Mário Cesariny de Vasconcelos

    «Estas cartas de Mário Cesariny para Cruzeiro Seixas, que abrangem o longo período que vai de 07-08-1941 a 13-12-1975, pouco ou nada têm que ver com o género ou subgénero literário chamado “epistolografia”. Itinerário ou roteiro dalgumas das estações principais duma singular viagem interior, sim; confissões do lado de lá da barricada, também; e ainda mais: mão cheia de reflexões, iluminações, relâmpagos, faíscas que nos falam do amor consumado e fugidio e dos sucessivos objectos do desejo (com ou sem nomes dos parceiros ou destinatários), da poesia, de penas (capitais) e de prestidigitações (de manual); projectos de publicações e exposições no Reino da Dinamarca e noutras terras — franças, holandas, inglaterras… —, para conquistar e onde semear os sonhos e os incêndios; quadros e estórias da história da intervenção surrealista em Portugal e dalguns dos seus protagonistas; intersecções de bildungsroman e künstlerroman, cachoeiras líricas e charcos dramáticos que nunca chegaram a lagoas e acabaram travestidos também de artefactos poéticos; cantigas de amigo e de escárnio e maldizer (em prosa, naturalmente, como anunciava Nicolau Cansado Escritor); via sacra e feira popular, Mário no desenvolver-se e no despir-se do seu eu mais profundo e mais seu em diálogo com quem foi sempre — mesmo quando passaram a espreitar-se de longe — o seu eu mais próximo, Artur Manuel do Cruzeiro Seixas (camarada e amigo; depois aquele a quem Mário “toma os olhos e as mãos e […] beija devagarinho”), os dois às vezes fundidos e até confundidos num espaço onde brincavam amor e admiração; fragmentos, enfim, do plano do tesouro da geografia afectiva de Mário Cesariny.» [Perfecto E. Cuadrado]

    «Queridíssimo Artur Manuel: A tua carta! A tua carta! A tua carta! Eu estava já assustado com o teu silêncio! Desculpa se te pareço ilógico: é que o meu silêncio para contigo, que mais de uma vez referiste magoadamente, perdoa, não é um silêncio, penso em ti todos os dias dos meses com muito amor, muita admiração e muito desespero, ou, se é silêncio, é, perdoa outra vez, parecer-te-á ridículo, um silêncio de trabalho, como se disse “chá de trabalho” quando as perspectivas terráqueas são o estoiro atómico e as personagens, ultrapassadas pelos acontecimentos, dão o resto, isto é, a hora do chá, que era para cruzar a perna e olhar pela janela. Nem perna, nem janela, nem nada. Nem silêncio. Sei que te devo, devemos, graves obrigações. Ou, se te parece pesado dito dessa maneira: que me impus duas ou três importantes tarefas, em relação a ti: uma, os teus poemas escritos; outra, o teu mundo infinito de desenhos, de pinturas, de objectos — o teu amor; outra — tudo isso e tu próprio — talvez o único de todos a quem pode chamar-se sem restrições O POETA. Outra: as tuas cartas! As cartas do rei Artur!» [Mário Cesariny, 12-03-1963]
  • A noite imóvel

    Luís Quintais

     
  • Rosto Precário

    Eugénio de Andrade

    «[…] O desvelamento da natureza e do valor de todos estes encontros, a que poderiam ainda juntar-se os encontros plásticos e sobretudo os musicais, reveste-se de particular importância ao longo dos textos que compõem Rosto Precário, porque é justamente nesta composição e recomposição de vozes vindas das tradições literária e filosófica […] que se vai desenhando e descobrindo esse rosto próprio que, na origem, se quer precário na medida em que o pseudónimo do autor desempenha uma função de ocultação que visa suscitar um contraponto com o desnudamento que a poesia pressupõe. Isto porque, para Eugénio, antibiografista e fingidor, o poeta "nega onde outros afirmam, desoculta o que outros escondem", e é nesta medida que a escrita representa "uma forma de encontro com o próprio rosto". Ecce Poeta, parece dizer cada texto. Eis o Poeta: fiel ao Homem, à Terra, à Palavra e ao seu Rosto. Nada efémero, nada precário.»

    Joana Matos Frias, no Prefácio a esta edição
  • Perda de inventário

    Marta Chaves

     
  • As quatro estações

    AAVV

     Edição de luxo, grande formato, embalado em papel manteiga.
    Poemas de Jorge de Sena, ugénio de Andrade e textos de Almeida Faria e Virgílio Ferreira
    Reproduções de Ângelo de Sousa, osé Rodrigues, António Cruz e Armando Alves.
  • Tardio

    Rosa Oliveira

     
  • Os antílopes

    Henning Mankell

     
  • Pequena antologia de poemas portugueses = A little anthology of Portuguese poems

    Vários

     Edição bilingue
    Poemas portugueses desde o séc. XII ao séc. XX

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Destaques

Édipo

Séneca

Tradução de Ricardo Duarte

A Casa de Bernarda Alba

Federico Garcia Lorca

2ª edição

Poética da Dança Contemporânea

Laurence Louppe

tradução: Rute Costa
prefácio: Maria José Fazenda

Suicidas

Henrique Manuel Bento Fialho