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  • Poesia 2

    Jorge de Sena

    «A poesia de Jorge de Sena aparece, nesta colecção das suas Obras Completas, editada em dois volumes. Em 2013, Poesia 1 reuniu a poesia que o poeta havia publicado em vida. Poesia 2 recolhe a poesia esparsa e inédita à data da sua morte, em 4 de Junho de 1978 - e depois editada por Mécia de Sena -, acrescida de uma mão-cheia de inéditos e de um poema não recolhido ainda em livro, num total de 895 poemas.
    Este volume percorre todo o «diário poético» de Jorge de Sena, desde o primeiro poema que conservou, «Desengano», de 11 de Junho de 1936, até ao último poema que escreveu, «Aviso a cardíacos e outras pessoas atacadas de semelhantes males», de 19 de Março de 1978.» Jorge Fazenda Lourenço

    «Como um processo testemunhal sempre entendi a poesia, cuja melhor arte consistirá em dar expressão ao que o mundo (o dentro e o fora) nos vai revelando, não apenas de outros mundos simultânea e idealmente possíveis, mas, principalmente, de outros que a nossa vontade de dignidade humana deseja convocar a que o sejam de facto.» Jorge de Sena
  • Mediterrâneo

    João Luís Barreto Guimarães

     
  • As Abelhas Produzem Sol

    Nuno Brito

    “Os girassóis levantam: as raízes desprendem-se da terra molhada,
    devagar, os caules
    mensageiros de luz procuram a fonte de luz.
    de dia, os homens veem os girassóis subirem
    de noite os homens veem os girassóis subirem
    de uns pulmões aos outros: a respiração dos homens que os veem subir

    A terra ainda molhada e quente que ficou para trás: trocada por uma nova sedução
    o Sol chama-os e agora vão beber a luz de mais perto
    de noite, na subida, parecem balões de papel
    a respiração dos girassóis e a respiração dos homens
    olham para o céu:
    das janelas, das varandas,
    das ruas, das praças
    parecem espermatozoides de fogo
    na foto de um satélite da Google
    os girassóis a subirem
    vão fecundar a estrela: a fonte, o núcleo”
  • Antes do Destino

    Márcio Alves Candoso

     
  • 31 sonetos

    William Shakespeare

     Trad. Ana Luísa Amaral
  • O homem que inventa Setembros

    João Miranda

     
  • A Cruzada das Crianças (vamos mudar o mundo)

    Afonso Cruz

    "A Cruzada das Crianças" é uma peça da autoria de Afonso Cruz.

    Um dos mais estranhos episódios medievais sucedeu em 1212 e ficou conhecido como Cruzada das Crianças. Foi, muito provavelmente, um engano, um equívoco, mas a história que sobreviveu no imaginário popular conta que inúmeras crianças se juntaram para tomar a Terra Santa.

    Neste século, temos uma cruzada moderna, de crianças que decidem sair para as ruas a reclamar certas coisas essenciais, que passámos a achar que são utopias. Entre burocracias e sonhos, somos levados, através das palavras de Afonso Cruz, a viajar pelo olhar exigente das crianças, que simplesmente acreditam na força do erro e do equívoco.
  • Rosto Precário

    Eugénio de Andrade

    «[…] O desvelamento da natureza e do valor de todos estes encontros, a que poderiam ainda juntar-se os encontros plásticos e sobretudo os musicais, reveste-se de particular importância ao longo dos textos que compõem Rosto Precário, porque é justamente nesta composição e recomposição de vozes vindas das tradições literária e filosófica […] que se vai desenhando e descobrindo esse rosto próprio que, na origem, se quer precário na medida em que o pseudónimo do autor desempenha uma função de ocultação que visa suscitar um contraponto com o desnudamento que a poesia pressupõe. Isto porque, para Eugénio, antibiografista e fingidor, o poeta "nega onde outros afirmam, desoculta o que outros escondem", e é nesta medida que a escrita representa "uma forma de encontro com o próprio rosto". Ecce Poeta, parece dizer cada texto. Eis o Poeta: fiel ao Homem, à Terra, à Palavra e ao seu Rosto. Nada efémero, nada precário.»

    Joana Matos Frias, no Prefácio a esta edição
  • Dezassete sonetos eróticos e fesceninos

    Tiago Veiga

     Desenhos de José Rodrigues
  • Pessoas

    Ricardo Barceló

     Prefácio de Jerónimo Pizarro

Eventos

  • 2015-06-30
    Tabernáculo Poético #11 - Camões e Pessoa
    Junho é o mês de Camões, Pessoa e dos sa...
  • 2015-06-12
    Segunda Sexta às Sete #12
    Na próxima sexta-feira, dia 12, a Cena P...
  • 2015-05-26
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    Às vezes é preciso dar e receber um murr...

Destaques

Movimento Total - O Corpo e a Dança

José Gil

«O bailarino retoma o seu corpo nesse momento preciso em que perde o seu equilíbrio e se arrisca a cair no vazio. Luta, jogando tudo por tudo: está em jogo a sua vida, a sua liberdade de bailarino, a sua luz(...) Por meio de movimento domará o movimento: com um gesto libertará a velocidade que arrebatará o seu corpo traçando uma forma de espaço. Uma forma de espaço-corpo efémero, por cima do abismo.»

Sobre a leitura

Marcel Proust

 3ª edição

O espaço vazio

Peter Brook

tradução: Rui Lopes

Primeiros Poemas. As mãos e os frutos. Os amantes sem dinheiro

Eugénio de Andrade