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  • A cor das cerejeiras

    António Graça de Abreu

     
  • Canto longo & outros poemas

    Francisco D' Eulália

     
  • Incêndios

    João Miguel Henriques

     
  • Antes de mim um verso

    Maria Isabel Fidalgo

     
  • Amor Ilhéu - Obras completas Volume II

    Cristóvão de Aguiar

    Amor Ilhéu reúne num único volume uma série de textos de prosa poética, sonetos e outros poemas, escritos por Cristóvão de Aguiar em momentos diversos do seu percurso literário. Alguns publicados originalmente com circulação restrita aos amigos do autor, outros extraídos dos livros Mãos Vazias (1965), O Pão da Palavra (1977), Relação de Bordo I (1999) e Nova Relação de Bordo (2004).
  • SZ

    Adília Lopes

     
  • Dois corpos nus despindo-se: dous c orpos nus espíndose

    Casimiro de Brito

     Co-autoria: Pura Salceda
    Edição bilingue português/galego
  • Ifigénia. Agamémnon. Electra

    Tiago Rodrigues

     
  • Cão Celeste

    Dir. Manuel de Freitas

     Nº 9 - Julho 2016
  • Música de anónimo

    José Manuel Teixeira da Silva

     

Eventos

  • 2016-12-01
    Sabores de Poesia no restaurante YOURS BISTRÔ
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  • 2015-06-30
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Destaques

Guia de aves

Lars Svensson

 Ilustrado

Animal Animal - um bestiário poético

AAVV

Quantos animais (para além de nós) existirão à face da terra? Ninguém é capaz de responder a esta questão. Só sabemos que são inumeráveis como as estrelas do céu. Muitos de nós vivem como se eles não existissem. Contudo, somos companheiros de viagem. E simultaneamente o produto dessa viagem. A maioria deles partiu muito antes de nós. Só muito recentemente nos juntámos a eles. O nosso futuro e o deles são indissociáveis. A nossa história conjunta é uma história de fascínio e de repulsa, de extermínio e de amor.
Os primeiros poemas sobre animais são provavelmente tão velhos como a própria poesia. Há um poema dos «inuit» que fala de um tempo em que as palavras eram mágicas e em que os homens se podiam transformar em animais e os animais em homens. Todos eles falavam a mesma linguagem. Com o passar dos milénios perdemos essas capacidades. Já não nos podemos transformar em animais (e vice-versa) e as palavras deixaram de ser mágicas. Passaram a ser apenas palavras e a magia uma palavra entre elas. […]
Um provérbio japonês diz que «todo o animal, até o mais pequeno, tem uma alma». Procurei os poemas em que se podia ver essa «alma». Espero que ela seja também perceptível a olhos desabituados. (Jorge Sousa Braga)

O colar de Helena

Carole Fréchette

 

Retratos de Camões

Vasco Graça Moura