Início
 Revistas 
Livros Usados


Novidades

  • 31 sonetos

    William Shakespeare

     Trad. Ana Luísa Amaral
  • A céu aberto

    Paulo da Costa Domingos

     
  • Do esplendor das coisas possíveis

    Manuel Veiga

     
  • Aeroplano de asas partidas

    Luís Serra

     
  • Cartas de Mário Cesariny para Cruzeiro Seixas

    Mário Cesariny de Vasconcelos

    «Estas cartas de Mário Cesariny para Cruzeiro Seixas, que abrangem o longo período que vai de 07-08-1941 a 13-12-1975, pouco ou nada têm que ver com o género ou subgénero literário chamado “epistolografia”. Itinerário ou roteiro dalgumas das estações principais duma singular viagem interior, sim; confissões do lado de lá da barricada, também; e ainda mais: mão cheia de reflexões, iluminações, relâmpagos, faíscas que nos falam do amor consumado e fugidio e dos sucessivos objectos do desejo (com ou sem nomes dos parceiros ou destinatários), da poesia, de penas (capitais) e de prestidigitações (de manual); projectos de publicações e exposições no Reino da Dinamarca e noutras terras — franças, holandas, inglaterras… —, para conquistar e onde semear os sonhos e os incêndios; quadros e estórias da história da intervenção surrealista em Portugal e dalguns dos seus protagonistas; intersecções de bildungsroman e künstlerroman, cachoeiras líricas e charcos dramáticos que nunca chegaram a lagoas e acabaram travestidos também de artefactos poéticos; cantigas de amigo e de escárnio e maldizer (em prosa, naturalmente, como anunciava Nicolau Cansado Escritor); via sacra e feira popular, Mário no desenvolver-se e no despir-se do seu eu mais profundo e mais seu em diálogo com quem foi sempre — mesmo quando passaram a espreitar-se de longe — o seu eu mais próximo, Artur Manuel do Cruzeiro Seixas (camarada e amigo; depois aquele a quem Mário “toma os olhos e as mãos e […] beija devagarinho”), os dois às vezes fundidos e até confundidos num espaço onde brincavam amor e admiração; fragmentos, enfim, do plano do tesouro da geografia afectiva de Mário Cesariny.» [Perfecto E. Cuadrado]

    «Queridíssimo Artur Manuel: A tua carta! A tua carta! A tua carta! Eu estava já assustado com o teu silêncio! Desculpa se te pareço ilógico: é que o meu silêncio para contigo, que mais de uma vez referiste magoadamente, perdoa, não é um silêncio, penso em ti todos os dias dos meses com muito amor, muita admiração e muito desespero, ou, se é silêncio, é, perdoa outra vez, parecer-te-á ridículo, um silêncio de trabalho, como se disse “chá de trabalho” quando as perspectivas terráqueas são o estoiro atómico e as personagens, ultrapassadas pelos acontecimentos, dão o resto, isto é, a hora do chá, que era para cruzar a perna e olhar pela janela. Nem perna, nem janela, nem nada. Nem silêncio. Sei que te devo, devemos, graves obrigações. Ou, se te parece pesado dito dessa maneira: que me impus duas ou três importantes tarefas, em relação a ti: uma, os teus poemas escritos; outra, o teu mundo infinito de desenhos, de pinturas, de objectos — o teu amor; outra — tudo isso e tu próprio — talvez o único de todos a quem pode chamar-se sem restrições O POETA. Outra: as tuas cartas! As cartas do rei Artur!» [Mário Cesariny, 12-03-1963]
  • O teatro na cultura portuguesa do século XX

    Miguel Real

     
  • Tlon: Revista literária independente

    AAVV

     Nº 2
  • Cavaleiro Andante

    Almeida Faria

    De Lisboa ao Alentejo, de Roma e Milão a Veneza, de São Paulo ao Rio de Janeiro, de Pula a Luanda, de uma onírica ilha de Madagáscar a um imaginário Comboio Fantasma, da Aldeia Aérea a uma viagem ao Centro da Terra, as figuras já conhecidas dos leitores de «A Paixão», de «Cortes» e «Lusitânia» vagueiam, viajam, divagam em secretas demandas entre delírio e lucidez, entre ilusões e desejos, desilusões e novos desejos, nas incertezas e nos riscos de mil novecentos e setenta e cinco, durante apenas dois meses mas dois meses decisivos, divididos entre a esperança e o perigo. Esta nova edição inclui uma carta escrita por João Carlos a Marta, dez anos depois, e um novíssimo e-mail de Marta a João Carlos, com data de 1 de janeiro de 2015.
    6ª edição.
  • Porque a poesia tem esta missão sublime

    Matteo M. Vecchio

     
  • Um bar fecha dentro da gente

    Diego Moraes

    «ando tão sensível
    que ontem toquei a mão
    no peito e a rádio que toca blues
    saiu do ar.»

Eventos

  • 2016-12-01
    Sabores de Poesia no restaurante YOURS BISTRÔ
    Jantar com Recital de poesia no restaura...
  • 2015-06-30
    Tabernáculo Poético #11 - Camões e Pessoa
    Junho é o mês de Camões, Pessoa e dos sa...
  • 2015-06-12
    Segunda Sexta às Sete #12
    Na próxima sexta-feira, dia 12, a Cena P...

Destaques

Paisagem com grão de areia

Wislawa Szymborska

 Prémio Nobel de Literatura em 1996

A cor das cerejeiras

António Graça de Abreu

 

Os Passos em Volta

Herberto Helder

12ª edição

Metamorfoses

Ovídio

 Col. Bolso  Cotovia