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  • Só o som por si só

    António Barahona

     
  • Teoria do Um

    Mordechai Geldman

    «O Livro

    Tem cuidado
    esse livro em cima da mesa
    é uma ratoeira
    se o abrires e se o leres
    nunca mais te livras dele
    vai agarrar-te na consciência
    e mostrar-te como num espelho
    a tua alma mais secreta
    o abismo gémeo
    destruirá as tuas formas anteriores
    mostrar-te-á a tua vida
    como um punhado
    de grãos que não semeaste»

    Tradução do Hebraico por João Paulo Esteves da Silva
  • L de Lisboa

    Ana Marques Gastão

     
  • Ferido

    M. Parissy

     
  • Medir com as próprias mãos a febre

    Ricardo Domeneck

     
  • Azul: história de uma cor

    Michel Pastoureau

     
  • Lendas da Índia

    Luís Filipe Castro Mendes

  • Final do amor

    Pascal Rambert

     Col. Livrinhos de teatro nº 94
  • Cão Celeste

    Dir. Manuel de Freitas

     Nº 9 - Julho 2016
  • Um teatro às escuras

    Pedro Támen

     

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  • 2016-12-01
    Sabores de Poesia no restaurante YOURS BISTRÔ
    Jantar com Recital de poesia no restaura...
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    Na próxima sexta-feira, dia 12, a Cena P...

Destaques

Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis

Curso Breve de Literatura Brasileira 1

Lado negro

Marco Dias

Poemas de Marco Dias e desenhos de Nuno Gandra.

«A propósito deste livro Manel Cruz (Ornatos Violeta) escreve no prefácio: "...este livro é mais um acto de coragem dentro da família disfuncional que é a Humanidade".
Trata-se de um objecto dirigido aos sentidos, com uma forte dimensão estética e literária, marcado por um registo próximo da autobiografia universal. E à semelhança dos bocados soltos e cosidos do índice, em cada poema e em cada desenho sentimos fluir constantemente fragmentos da nossa própria vida. É um "bosque escuro" onde cada um de nós se vê a vaguear de "lanterna na mão" em busca de resposta para uma pergunta desolada: "Está aí alguém "

Na sua apresentação, Patrícia Lino (FLUP, Literaturas Clássicas) começa por exprimir a sua surpresa pelo formato: “Quando o vi pela primeira vez, pensei que nunca havia segurado um livro de poesia com aquele formato. O livro era negro, alto e comprido. Do lado esquerdo, via poesia. Do lado direito, ilustração. Pensei no lado negro das coisas e, à semelhança de um homem sozinho no bosque, apenas com uma lanterna, eu fui encontrar o Lado Negro na solidão do meu quarto.
E como qualquer leitor, egoísta e solitário, achei que ele fora feito para que eu me perdesse: coisa que fiz minutos mais tarde.
Indiquem-me um caminho no
bosque. /Deêm uma bússola
ao meu cordão umbilical./
Estou cansado de estar perdido -
ou então não me dirijam a palavra
nem sequer para me dizer:
eu amo-te


Finalmente, o homem que caminha no escuro do bosque, pára para escutar esta voz que, muitas vezes, emite máximas antigas e que, por precisamente antigas, mais modernas não podem ser:
Basta veres a luz uma vez
e ficas para sempre iluminado

O tom conselheiro e acertado guiará o homem até ao fim do seu percurso e esta dança, que acontece até sem música, será marcada ora por resquícios de realidade ora por resquícios de sonho. Na verdade, a dança não pode parar. E a prova disso está no verso que diz
o sofrer é a vida
até fazer sentido
" »

Artigo na revista LER

O Senhor Pina

Álvaro Magalhães

desenhos de Luiz Darocha.

O Senhor Pina é um conjunto de dezasseis ficções que ergue um retrato íntimo, sensível e muito bem humorado do poeta Manuel António Pina, desde o seu modo peculiar de olhar e viver a vida e a literatura até à sua relação com Joanica-Puff, o Urso com Poucos Miolos que ele tanto admirava. E é tudo verdade ou não? Ou é tudo imaginação? É tudo verdade e não. E é tudo imaginação.

Espantalhos

Oliverio Girondo