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Novidades

  • Problemas de Género

    Judith Butler

     Vinte e sete anos após a sua publicação original, Gender Trouble está finalmente disponível em Portugal. Trata-se de um dos textos mais importantes da teoria feminista, dos estudos de género e da teoria queer. Ao definir o conceito de género como performatividade - isto é, como algo que se constrói e que é, em última análise uma performance - Problemas de Género repensou conceitos do feminismo e lançou os alicerces para a teoria queer, revolucionando a linguagem dos activismos.
  • Poesia

    Mário Cesariny de Vasconcelos

     Livro que pela primeira vez reúne a obra poética de Mário Cesariny, organizado e prefaciado por Perfecto E. Cuadrado. Nesta edição estão incluídos os livros Manual de Prestidigitação, Primavera Autónoma das Estradas, Pena Capital, Nobilíssima Visão, A Cidade Queimada, O Virgem Negra e ainda «Outros poemas», conjunto de textos retirados dos livros pelo autor.

    «Há uma década já que o navio-mário largou o cais para se aventurar no nevoeiro à procura do mistério da pirâmide, depois de ter bebido das águas daquele lugar tenebroso e cantante onde se juntam todas as nascentes. Mário foi, antes de mais, um homem livre e luminoso que cada dia inaugurava o dia na noite da caverna e que soube encontrar mil tempos novos para o verbo amar.» (Perfecto E. Cuadrado, no prefácio a esta edição)
  • Mike Tyson para Principiantes - antologia poética

    Rui Costa

     «Esta antologia procura oferecer uma maneira de ler a poesia de Rui Costa, sabendo de antemão que tudo o que pudermos dizer a respeito da sua obra será condicionado por um tom deliberadamente pessoal: afinal, fomos amigos do Rui, companheiros de vida e poesia, e com ele dividimos durante muitos anos os caminhos do lado menos visível das coisas. Por isso, cada um de nós tem os seus pontos de referência nesse mapa de cumplicidades íntimas e as suas antologias pessoais de poemas. [...]

    Esclareça-se desde já que o título Mike Tyson para principiantes nos foi fornecido pelo próprio autor — que o utilizou para uma antologia da sua obra que pretendia ver publicada, a cujas versões tivemos acesso. Embora mantenha o título inspirado pela metáfora do pugilismo, o livro que temos em mãos, substancialmente mais extenso, não é a antologia Mike Tyson para Principiantes que o autor organizou; de qualquer modo, também não se trata de uma reunião dos seus poemas completos. O livro resulta da nossa selecção pessoal, democraticamente ponderada, feita a partir dos livros editados em vida, dos dispersos que vieram a lume em revistas literárias e volumes colectivos e dos inéditos que se conservam no espólio que a família mantém. Assinale-se também que, para a escolha e organização dos poemas, nunca perdemos de vista o objectivo de construir um livro inteiramente novo. Ainda assim, tendo acompanhado a sua escrita, achámos por bem respeitar uma constante na composição de todos os seus livros publicados, que foi a divisão em três partes, e orientá-la de uma forma que pudesse aproximar-se de propostas que o próprio deixou esboçadas. [...]»
    da Introdução
  • Z/S

    Adília Lopes

    Em 1998, um taxista francês, em Paris, disse-me que tinha passado férias em Portugal com a namorada. Achou que Portugal era um país que era uma casa de repouso.
    25/1/2016
  • 33 Rotações

    Luca Argel

    33 rotações" (Averno, 2017) é o primeiro livro de Luca Argel publicado em Portugal, e contém poemas selecionados de seus 3 primeiros livros: "esqueci de fixar o grafite" (2012), "topadas no escuro" (2014), e "uma pequena festa por uma eternidade" (2016).
  • Gerador #16

    Dir. Pedro Saavedra

     Revista Gerador #16 
    subordinada ao tema: Amigo Secreto
  • As Ruínas São Lobos Que Choram

    Sérgio Ninguém

    O n.º 2 da colecção "Eufeme Poesia" é assinada por Sérgio Ninguém. "As Ruínas São Lobos Que Choram" é um lançamento exclusivo da Poetria.

    Já disponível
  • Nadar na piscina dos pequenos

    Golgona Anghel

     Encontrámos as partes,
    mas ainda não o conjunto.
    Falta-nos esta última força.
    Falta-nos a esperança
    como uma espuma branca que nos proteja e nos una.
    Procuramos esse sustento salutar:
    conviver,
    perseguidos por uma espécie de incontinência verbal.

    Na juventude, começámos com uma boneca de corda,
    a que demos tudo o que tínhamos.
    O fracasso estava, no entanto, treinado
    para receber-nos, com luvas gigantes,
    como se fôssemos bolas de basebol.
    Continuamos calados. À procura. Com fome.
    Não podemos fazer mais.
  • Querer do corpo, peso (e outros textos)

    Sónia Baptista

     
  • Livro das Imagens 2012 - 2013 - 2014 -2015

    Sei Miguel

    LIVRO DAS IMAGENS 2012 - 2013 - 2014 -2015 de Sei Miguel. Antologia de desenhos do músico lisboeta, com prefácio de Gastão Cruz. Capa impressa em tipografia e offset. Co-edição O Homem do Saco / Marmita de Gigante

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Destaques

Deus e Outros Animais

Rui Caeiro

(Tiragem Única de 300 exemplares)
Capa e ilustrações de Bárbara Assis Pacheco.
Paginação e arranjo gráfico de Pedro Santos.

Cento e Onze Discos Portugueses A Música na Rádio Pública

AAVV

 Este livro é resultado de uma iniciativa da Antena 3 para comemorar os oitenta anos da rádio pública em Portugal.
Inicialmente pensado como antologia de discos simbólicos para a Rádio Portuguesa, transformou-se num projecto mais ambicioso, uma verdadeira antologia de discos fundamentais para contar a história da música portuguesa e, em paralelo, a da rádio pública no nosso país.

Para dar sentido e consistência ao projeto, os organizadores convidaram investigadores, jornalistas, críticos, divulgadores e melómanos ligados ao universo radiofónico a fazer as suas escolhas e a defender os seus argumentos, daí resultando um apanhado da mais significativa música gravada e editada em Portugal da autoria de pessoas com papel determinante na divulgação de música no nosso país.

Textos de:

Adelino Gomes Álvaro Costa Ana Cristina Ferrão Ana Markl Ana Sofia Carvalheda André Cunha Leal António Freitas António Macedo Armando Carvalheda David Ferreira Edgar Canelas Fernando Alvim Henrique Amaro Inês Meneses Isilda Sanches Jaime Fernandes João Almeida João Carlos Callixto João David Nunes João Gobern João Lopes Joaquim Paulo José Duarte José Mariño Júlio Isidro Luís Filipe Barros Luís Montez Luís Oliveira Luís Pinheiro de Almeida Maria João Serra Mário Lopes Miguel Esteves Cardoso Nuno Artur Silva Nuno Calado Nuno Galopim Nuno Markl Nuno Reis Pedro Gonçalves Pedro Castelo Pedro Félix Pedro Ramos Ricardo Alexandre Ricardo Saló Ruben de Carvalho Rui Estêvão Rui Miguel Abreu Rui Pêgo Rui Portulez Tiago Pereira Viriato Teles Zé Pedro

Obra poética, vol. 1

Ruy Cinatti

 

O que é a filosofia?

José Ortega y Gasset

Queremos uma filosofia que seja filosofia e nada mais, que aceite o seu destino, sem o seu esplendor e a sua miséria, e não torça os olhos, invejosa, querendo para si as virtudes cognoscitivas que outras ciências possuem, como é a exactidão da verdade matemática ou a comprovação sensível e o praticismo da verdade física. Não foi casual que no último século fosse o filósofo tão infiel à sua condição. Foi característico desses tempos no Ocidente não aceitar o Destino, querer ser o que não se era. Por isso foi uma época constitutivamente revolucionária. Em sentido último, «espírito revolucionário» significa não somente anseio de melhorar — coisa que é sempre excelente e nobre —, mas crer que se pode ser sem limites o que não se é, o que radicalmente não se é, que basta pensar numa ordem do mundo ou da sociedade que parecem óptimas para que devamos realizá-las, não reparando que o mundo e a sociedade têm uma estrutura essencial imutável, a qual limita a realização dos nossos desejos e dá um carácter de frivolidade a todo o reformismo que não conte com ela. O espírito revolucionário que tenta utopicamente fazer que as coisas sejam o que nunca poderiam ser nem têm razão para ser, é preciso que seja substituído pelo grande princípio ético que Píndaro liricamente apregoava e diz, sem mais, assim: Chega a ser o que és.