Início
 Revistas 
Livros Usados


Novidades

  • Pudorgrafia

    Suzamna Hezequiel

    Primeiro número da coleção "complexo de édito".
    Um livro de poesia disruptiva e muito visual onde a autora procura o sentido mais literal das palavras. Numa viagem lírica da subjectividade ao concreto.
  • Rosto Precário

    Eugénio de Andrade

    «[…] O desvelamento da natureza e do valor de todos estes encontros, a que poderiam ainda juntar-se os encontros plásticos e sobretudo os musicais, reveste-se de particular importância ao longo dos textos que compõem Rosto Precário, porque é justamente nesta composição e recomposição de vozes vindas das tradições literária e filosófica […] que se vai desenhando e descobrindo esse rosto próprio que, na origem, se quer precário na medida em que o pseudónimo do autor desempenha uma função de ocultação que visa suscitar um contraponto com o desnudamento que a poesia pressupõe. Isto porque, para Eugénio, antibiografista e fingidor, o poeta "nega onde outros afirmam, desoculta o que outros escondem", e é nesta medida que a escrita representa "uma forma de encontro com o próprio rosto". Ecce Poeta, parece dizer cada texto. Eis o Poeta: fiel ao Homem, à Terra, à Palavra e ao seu Rosto. Nada efémero, nada precário.»

    Joana Matos Frias, no Prefácio a esta edição
  • O teatro na cultura portuguesa do século XX

    Miguel Real

     
  • Detergente

    Ruy Ventura

     
  • Canto longo & outros poemas

    Francisco D' Eulália

     
  • Turismo de Guerra

    Tiago Patrício

     
  • Amor Ilhéu - Obras completas Volume II

    Cristóvão de Aguiar

    Amor Ilhéu reúne num único volume uma série de textos de prosa poética, sonetos e outros poemas, escritos por Cristóvão de Aguiar em momentos diversos do seu percurso literário. Alguns publicados originalmente com circulação restrita aos amigos do autor, outros extraídos dos livros Mãos Vazias (1965), O Pão da Palavra (1977), Relação de Bordo I (1999) e Nova Relação de Bordo (2004).
  • Minha senhora de mim

    Maria Teresa Horta

     
  • Albertine, o Continente Celeste

    Gonçalo Waddington

    ALBERTINE, O CONTINENTE CELESTE é uma criação, com texto original de Gonçalo Waddington, que toma como ponto de partida a obra Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust, e os trabalhos de alguns dos mais destacados físicos teóricos e cosmólogos dos nossos dias, como Stephen Hawking, Lee Smolin, Sean Carroll , Carlo Rovelli e Pedro G. Ferreira. Ao abordar estas obras fundamentais da arte e da ciência, procura-se reflectir sobre a memória e o tempo. A memória como ferramenta para compreender o passado, mas também a memória imaginada, propositadamente ou não, reconstrutora daquilo que julgamos ter sido e, consequentemente, re-inventora do nosso eu. O tempo, aqui, como origem da vida no universo. Ou melhor, como a origem do próprio Universo. Uma busca interior versus uma busca exterior. Proust busca a essência. Os outros, a origem.
  • Estância & deixamento

    Fernando Eduardo Carita

     

Eventos

  • 2016-12-01
    Sabores de Poesia no restaurante YOURS BISTRÔ
    Jantar com Recital de poesia no restaura...
  • 2015-06-30
    Tabernáculo Poético #11 - Camões e Pessoa
    Junho é o mês de Camões, Pessoa e dos sa...
  • 2015-06-12
    Segunda Sexta às Sete #12
    Na próxima sexta-feira, dia 12, a Cena P...

Destaques

O eremita viajante: haikus - obra completa

Matsuo Bashô

 Org. e versão portuguesa de Joaquim M. Palma
Cartonado.

Paisagem com grão de areia

Wislawa Szymborska

 Prémio Nobel de Literatura em 1996

Obra poética Vol. I

Jorge Luís Borges

Neste primeiro volume de poesia reúnem-se os livros O Fervor de Buenos Aires, Lua Defronte, Caderno de San Martín.
O Fervor de Buenos Aires, de 1923, foi o primeiro livro de Jorge Luis Borges a ser publicado. Mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, a que se seguiram inúmeros outros.
A par da poesia, Borges escreveu ficção - é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve -, crítica e ensaio - género que praticou com grande originalidade e lucidez. A sua obra é como um mise en abîme de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes, e a súmula dos grandes temas universais: o tempo, o «eu e o outro», Deus, o infinito, o sonho.

Ocarina

António Barahona